Cr nicas
TRABALHANDO PARA ATRAPALHAR
Gostaria de sugerir um novo mote para a próxima campanha publicitária da CET. “Trabalhando para atrapalhar”. Imagine o quadro, a câmara fecha sobre ele, e um marronzinho fala, olhando nos olhos do tele-espectador: “Nós estamos trabalhando dia e noite para atrapalhar sua vida”. E outra cena, alguns dias depois. O mesmo marronzinho olha nos olhos do tele-espectador e diz: “Obrigado pela sua compreensão, estamos dando o máximo para chegar lá. Conte conosco no inferno do seu dia a dia.”
Como fundo, num primeiro momento seriam mostradas as ruas e avenidas sem faixas separando as pistas e as esquinas sem faixas de pedestres, ou com as faixas quase apagadas.
Num segundo momento poderiam ser mostradas as placas de velocidade, com velocidades completamente impossíveis de serem cumpridas, uma depois da outra, confundindo a cabeça dos motoristas.
Em seguida seria a vez dos cavaletes colocados debaixo da Ponte da Cidade Jardim.
Depois, próxima do ápice, do grande momento que deveria jogar aos heróis da CET nos braços da população, começariam a ser mostradas cenas dos marronzinhos.
As primeiras mostrariam a cidade num dia de chuva, ou seja, sem marronzinhos. Na parte baixa da tela surgiria a explicação: “eles não são sanforizados, por isso encolhem”.
Logo depois outra série de imagens mostraria o interesse por aquilo que fazem.
E para coroar a campanha, as últimas cenas, filmadas de dentro de um carro, mostrariam os semáforos fechando enquanto ele se aproxima.
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Gostaria de sugerir um novo mote para a próxima campanha publicitária da CET. “Trabalhando para atrapalhar”. Imagine o quadro, a câmara fecha sobre ele, e um marronzinho fala, olhando nos olhos do tele-espectador: “Nós estamos trabalhando dia e noite para atrapalhar sua vida”. E outra cena, alguns dias depois. O mesmo marronzinho olha nos olhos do tele-espectador e diz: “Obrigado pela sua compreensão, estamos dando o máximo para chegar lá. Conte conosco no inferno do seu dia a dia.”
Como fundo, num primeiro momento seriam mostradas as ruas e avenidas sem faixas separando as pistas e as esquinas sem faixas de pedestres, ou com as faixas quase apagadas.
Num segundo momento poderiam ser mostradas as placas de velocidade, com velocidades completamente impossíveis de serem cumpridas, uma depois da outra, confundindo a cabeça dos motoristas.
Em seguida seria a vez dos cavaletes colocados debaixo da Ponte da Cidade Jardim.
Depois, próxima do ápice, do grande momento que deveria jogar aos heróis da CET nos braços da população, começariam a ser mostradas cenas dos marronzinhos.
As primeiras mostrariam a cidade num dia de chuva, ou seja, sem marronzinhos. Na parte baixa da tela surgiria a explicação: “eles não são sanforizados, por isso encolhem”.
Logo depois outra série de imagens mostraria o interesse por aquilo que fazem.
E para coroar a campanha, as últimas cenas, filmadas de dentro de um carro, mostrariam os semáforos fechando enquanto ele se aproxima.
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