Cr nicas
OS CONES NA MAGALHÃES DE CASTRO

Uma coisa é incompetência, outra é fazer mal feito porque se é relapso ou preguiçoso.

Ninguém discute a incompetência crônica da CET e de sua equipe, especialmente a incompetência dos marronzinhos, ela é proverbial e todos os motoristas que dirigem por São Paulo sabem dos riscos que eles representam.

Mas se uma coisa é ser incompetente, e aí o problema é divino, outra é ser relaxado, displicente, ou pouco caprichoso com o que faz, ainda mais quando o que deveria ser feito passa pela segurança de centenas de motoristas.

Neste caso o drama é humano. E pode ser visto quase que diariamente nos cones colocados para separar a pista reversível genialmente instalada na Avenida Magalhães de Castro, com o firme propósito de iludir os motoristas, prometendo o paraíso e entregando o nó na chegada da ponte Euzébio Mattoso.

A Magalhães de castro é das poucas ruas da cidade em que as pistas estão separadas por faixas pintadas no chão.

Como a idéia é criar uma pista em sentido contrário, a CET, para separá-la das outras, coloca cones. A lógica seria os cones ficarem sobre a faixa que separa a pista, mas, na prática, não é isso que acontece.

A posição dos cones varia. Podem estar de um lado, do outro e, o que é mais raro, até em cima da faixa. O que não fazem é colocá-los numa linha contínua, razoavelmente fácil de ser seguida, por conta da faixa.

E esta aleatoriedade, além de mostrar o incrível desleixo de quem os coloca, faz parte dos cones caírem, atingidos por todos os lados pelos veículos que passam no pedaço.

Voltar