Cr nicas
CENTENÁRIO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS
Num país como o Brasil não é todo mundo que chega aos 100 anos. Pelo contrário, empresas e instituições de todos os tipos desaparecem bem antes de se aproximarem do século de vida. A maioria, aliás, desaparece nos primeiros três anos, fruto de causas as mais variadas, desde incompetência, até crises globais ou setoriais, que as destrói pouco depois da criação.
Este mês a Academia Paulista de Letras está completando 100 anos de existência ininterrupta, o que não quer dizer um século de sucesso estrondoso, com presença forte em todos os momentos da vida cultural paulista.
Ao longo de sua história a Academia Paulista de Letras conheceu momentos marcantes tanto pela presença, como pela quase ausência no cenário das artes e da cultura.
Fundada graças ao empenho de um médico carioca, J.J. de Carvalho, a APL teve entre seus fundadores uma mulher, o que era absolutamente inédito naquele tempo.
Mas se a noite inaugural foi uma bela festa, com a presença de figuras importantes na vida paulista, se o seu futuro parecia risonho, a realidade foi bem mais dura.
Neste século a APL viu a glória e a decadência, sem que isso tenha significado não ter entre seus integrantes o melhor da cultura do estado.
Entre os que em algum momento compuseram seu quadro de 40 acadêmicos, temos Amadeu Amaral, Brasílio Machado, Mario de Andrade, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Paulo Nogueira Neto, Julio de Mesquita Filho, Luiz Martins, Paulo Bomfim, Lygia Fagundes Telles e tantos outros que engrandecem São Paulo.
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Num país como o Brasil não é todo mundo que chega aos 100 anos. Pelo contrário, empresas e instituições de todos os tipos desaparecem bem antes de se aproximarem do século de vida. A maioria, aliás, desaparece nos primeiros três anos, fruto de causas as mais variadas, desde incompetência, até crises globais ou setoriais, que as destrói pouco depois da criação.
Este mês a Academia Paulista de Letras está completando 100 anos de existência ininterrupta, o que não quer dizer um século de sucesso estrondoso, com presença forte em todos os momentos da vida cultural paulista.
Ao longo de sua história a Academia Paulista de Letras conheceu momentos marcantes tanto pela presença, como pela quase ausência no cenário das artes e da cultura.
Fundada graças ao empenho de um médico carioca, J.J. de Carvalho, a APL teve entre seus fundadores uma mulher, o que era absolutamente inédito naquele tempo.
Mas se a noite inaugural foi uma bela festa, com a presença de figuras importantes na vida paulista, se o seu futuro parecia risonho, a realidade foi bem mais dura.
Neste século a APL viu a glória e a decadência, sem que isso tenha significado não ter entre seus integrantes o melhor da cultura do estado.
Entre os que em algum momento compuseram seu quadro de 40 acadêmicos, temos Amadeu Amaral, Brasílio Machado, Mario de Andrade, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Paulo Nogueira Neto, Julio de Mesquita Filho, Luiz Martins, Paulo Bomfim, Lygia Fagundes Telles e tantos outros que engrandecem São Paulo.
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