Cr nicas
É HORA DE INVESTIR EM LAMPIÕES
Pelo que já vinha acontecendo e pelos primeiros sinais do que vai acontecer quando as chuvas chegarem para valer, é hora dos paulistanos pensarem seriamente em investir em lampiões.
Tanto faz se a gás, ou querosene, no fundo é tudo a mesma coisa, a única diferença é o combustível de um e do outro.
O sentido do ato é manter acesa a chama da esperança, já que luz elétrica é coisa de sonho, ou história da Carochinha. Não vai ter, como já não tem, na minha rua, e em várias outras, espalhadas pela cidade.
Quando chove é certo que a luz acaba. Eu sei que muitas vezes a culpa não é da Eletropaulo, mas de árvores podres que aproveitam a chuva e o vento para caírem com dignidade, infernizando a cidade e mostrando a ineficiência do poder público no trato das coisas naturais.
Ninguém sabe ao certo qual o percentual de árvores podres plantadas na cidade. Como atualmente é proibido pensar em chegar perto das representantes do reino vegetal, pelo menos sem ordem de quem de direito, e o quem de direito demora muito para fazer sua parte, acontece com enorme regularidade de velhas e encorpadas tipuanas, mas não só elas, se jogarem em cima de um telhado ou de vários carros, só para fazer graça e aparecerem no tele-jornal da tarde.
Como tanto numa, como noutra queda, antes tem os fios da rede elétrica, a cidade fica no escuro, até remendarem o estrago.
Também acontece do problema ser da Eletropualo, mas isso é só um dado estatístico, porque a cidade fica no escuro do mesmo jeito.
Para evitar as trevas que levam ao mal, a melhor solução é investir em lampiões. Em primeiro lugar pela volta nostálgica ao passado. E em segundo, mas mais importante, para não ficar no escuro.
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Pelo que já vinha acontecendo e pelos primeiros sinais do que vai acontecer quando as chuvas chegarem para valer, é hora dos paulistanos pensarem seriamente em investir em lampiões.
Tanto faz se a gás, ou querosene, no fundo é tudo a mesma coisa, a única diferença é o combustível de um e do outro.
O sentido do ato é manter acesa a chama da esperança, já que luz elétrica é coisa de sonho, ou história da Carochinha. Não vai ter, como já não tem, na minha rua, e em várias outras, espalhadas pela cidade.
Quando chove é certo que a luz acaba. Eu sei que muitas vezes a culpa não é da Eletropaulo, mas de árvores podres que aproveitam a chuva e o vento para caírem com dignidade, infernizando a cidade e mostrando a ineficiência do poder público no trato das coisas naturais.
Ninguém sabe ao certo qual o percentual de árvores podres plantadas na cidade. Como atualmente é proibido pensar em chegar perto das representantes do reino vegetal, pelo menos sem ordem de quem de direito, e o quem de direito demora muito para fazer sua parte, acontece com enorme regularidade de velhas e encorpadas tipuanas, mas não só elas, se jogarem em cima de um telhado ou de vários carros, só para fazer graça e aparecerem no tele-jornal da tarde.
Como tanto numa, como noutra queda, antes tem os fios da rede elétrica, a cidade fica no escuro, até remendarem o estrago.
Também acontece do problema ser da Eletropualo, mas isso é só um dado estatístico, porque a cidade fica no escuro do mesmo jeito.
Para evitar as trevas que levam ao mal, a melhor solução é investir em lampiões. Em primeiro lugar pela volta nostálgica ao passado. E em segundo, mas mais importante, para não ficar no escuro.
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